Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

1 história de ficção científica que escrevi em pequena...(1ª. part)

Pesadelo ou Realidade????
 
 
 
 
              América, ano 2405, 11h a.m.
 
 
       - Sinto-me confuso... - Exclama certo dia Olivier, conhecido mundialmente por ter sido o único, até então, a ter a coragem de se transportar através de galáxias e do tempo.
       Filho de pai alemão e mãe francesa, loiro e de olhos azuis muito límpidos. A sua pele é dourada, o seu corpo esbelto e bem torneado demonstra bem os seus 19 anos.
       - Porque é que só eu é que tenho que fazer coisas que os outros da minha idade não fazem? Com a minha idade só pensam em divertir-se, o que acho muito bem, mas porquê? - pergunta Olivier tristemente.
       - Talvez porque te interessa mais o que fazes e não te preocupas com disparates! - responde-lhe Sarah, sua noiva e companheira inseparável. Sarah, americana de gema, alta, com um corpo moreno e perfeito e com olhos verdes. - E também talvez porque gostas de enfrentar o desconhecido! - exclama ela.
       - Talvez!... talvez!... sempre o talvez... o que eu queria é que me dessem mais folgas para estar contigo e só contigo! - diz ele com ar triste e até um pouco romântico.
       Esta conversa desenrola-se numa esplanada perto da Estátua da Liberdade e entretanto chega o empregado de mesa.
            - Desejam alguma coisa?- pergunta o empregado.
            - Eu quero um whisky com soda, e tu, Sarah?
            - Quero uma coca-cola com gelo e limão. Já agora, tens dinheiro, não tens?
            - Sim, por acaso até tenho, porque recebi ontem quinze mil dólares por ter conseguido chegar a Marte e contactar com os seus habitantes através da máquina do tempo via pensamento.
            - Sim, já me tinhas falado disso, mas muito vagamente, acho isso uma estupidez pois podes ficar por aí a vaguear no espaço sem que ninguém te possa ajudar. - diz ela com cara de poucos amigos.
            - Estou farto de te dizer que esse risco é meu e não tenho medo disso nem de nada, percebeste!? - exclama Olivier deveras irritado que até se levantou da cadeira com tanta rapidez que a derrubou. - Desculpa, sabes que me irrita quando falas assim, minha querida, sabes bem como te amo, mas porque me magoas, com essas palavras que me aborrecem, sabes bem que adoro o que faço - diz mais calmo - A propósito, para a semana que vem vou a Plutão, queres vir comigo?
            - Achas...- de repente aparece o empregado de mesa que corta as palavras de Sarah.
            - Peço imensa desculpa, mas o senhor não é Olivier Louvre Vonspydirsheman?
-         Sim, porquê?
            - Porque está um senhor ao telefone que deseja falar consigo. - responde o empregado.
            - Disse o nome?
            - Sim, diz chamar-se Dr. Fleber, do Grupo de Ciências Espaciais de New York (S.S.N.Y.G.).
            - Pode passar-me o telefone, por favor? Alô, Mike!
            - És tu, Oli? - pergunta Michael Fleber, astrónomo e amigo de longa data de Olivier.
            - Sim, o que se passa por aí, Mike?
            - Nada, nada, é só para que cá venhas com a Sarah porque nasceram cá uns bichinhos que não sei se são cães se tigres. - diz em voz divertida.
            - Ai, sim? Tu não me digas! - disse começando a rir-se.
            - O que foi? - pergunta Sarah.
            - Tens que ir salvar o Mike duns bichinhos que ele não sabe se são tigres se cães! - diz Olivier rindo-se em tom de gozo.
            - Mas isso é uma parvoeira! - diz Sarah estupefacta - com certeza que ele tem que saber que são tigerdogs!
       - Nem eu sabia disso! Mas vamos lá ver o que se passa no S.S.N.Y.G.. Apanhamos um avião ou vamos na nave-automóvel?
            - Porque havemos de ir de avião se são só 500Km. E se formos de avião gastamos desnecessariamente dinheiro! É melhor irmos na tua nave-automóvel.    Pagaram e dirigiram-se para a garagem onde estava uma nave-automóvel do modelo 96.
       Dirigiram-se para o S.S.N.Y.G. e encontram à porta Mike Fleber.
            - Oi, Mike!
            - Olá Sarah!
            - O que se passa afinal? - pergunta Sarah.
            - Puseram uma fémea tigre e um cão juntos numa jaula em tempo de reprodução e nasceram uns bichinhos por causa desse engano e não sei o que hei-de fazer com eles já que afinal são perigosos desde que nascem.
            - Primeiro, fizeste mal, porque eu já tinha feito essa experiência e segundo, os bichinhos, como tu dizes chamam-se tigerdogs! - disse Sarah indisposta.
            - Mudando de conversa, o Richard está por aí? - pergunta Olivier.
       - Acho que está a pesquisar a mánica, aliás, a Máquina do Tempo, a tua preciosidade! - diz Mike com sarcasmo.
            - Queres vir, Sarah?
            - Oh, com certeza, tens que levar a namoradinha! - diz Mike estupidamente.
            - Deixa Olivier e a mim em paz, ouviste? - replica Sarah zangada.
            - Bom, vamos lá então. Vens ou não? - pergunta Olivier.
            - Vou, sim. Não quero aturar mais as parvoíces de Mike.
       Entram os dois no edifício que é deveras imponente. No limiar deparam com uma sala de dimensões circulares grandiosas. O acesso para os andares superiores são cinco grandes escadarias - cada uma dá acesso a uma secção de estudos diferente: a primeira dá acesso à secção de Botânica e Zoologia; a segunda à de Vulcanologia; a terceira à secção de estudos sobre o espaço; a quarta a de Astronomia e Astrofísica e a quinta , a secção do Ambiente.
       Na sala há vários painéis que mostravam os astros, desertos, o planeta Terra, os mares que haviam existido há um século atrás, há painéis até que mostram plantas esquisitíssimas. Enfim, a sala está cheia de painéis. Suspensas por vários candeeiros, estam lâmpadas muito claras mas com uma débil luminosidade.
      Sobem a terceira escadaria e ao chegarem ao cimo encontram um corredor com várias portas. Chegam à porta do fundo (que é a maior de todas) e batem. A doce voz de Richard soa.
            - Quem é?
            - Sou eu, Richard! - responde Olivier.
            - Ah! Entra! - responde-lhe Richard.
            - Olá! Trago-te a minha namorada para que a conheças!
       - Ah! Mas é encantadora! diz beijando-lhe a mão - chamo-me Richard Joe Andersen, e a menina é...?
            - Sarah Richardson. É um grande prazer conhecê-lo finalmente.
            - O prazer é todo meu - pigarreia Richard.
            - Deixem-se de conversas e vamos ao trabalho.
        - Pois bem, em vez de ires a Plutão para a semana que vem, como estava previsto, vais hoje às três horas da tarde a Vénus, que achas?
            - Bestial, Joe... mas... gostaria de levar a Sarah comigo...
            - Talvez, mas… também deseja ir, Sarah?
            - Sim. Quero ver o que é que ele anda a fazer nas minhas costas.
            - Mas é perigoso, menina!
            - Desde que Oli vá comigo, não terei medo, pois ele me defenderá! Não é assim, amor?
            - Claro, minha querida, claro. Mas... tu não estás preparada!
             - Não é necessário estar preparada. - interveio Joe - mas sim não ter medo e ser inteligente.
            - A minha especialidade é a Biologia, Botânica e a Zoologia! Será que consigo? O que fazer? - replicou Sarah assustada.
         - Então não há problema, a sua especialidade está mais ou menos adequada e você não me parece uma mulher medrosa ou pouco inteligente. Ah, outro ponto crucial, tem de ser bastante perspicaz e determinada, posso confiar em si?
            - Eu ponho as mãos no fogo por ela, é mais perspicaz que eu e é raro temer algo! - afiança Olivier.
            - Para começar, quero que me trate por tu, pois vamos ser colegas, não vamos? - pergunta Sarah.
            - Claro, fazes o favor de fazer o mesmo, o.k.?
            - O.k.!
            - Então agora vamos almoçar e dentro de uma hora estamos aqui.
            - Está bem, até já!
        Eram 2.45h p.m. quando chegaram. Encontram-se com Joe na sala em que estava a dita máquina a qual parecia um armário e tinha cinco secções na vertical.
            - Prontos? - pergunta Joe.
            - Sim! - Respondem em uníssono Olivier e Sarah.
            - Cada um vai para um compartimento e descontraiam-se.
        Entram e ficam lado a lado só separados por uma parede transparente. De repente sumiram!
publicado por patinha-rebelde às 18:28
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